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Nossa proposta!

Construir a ponte entre o Brasil e as ECOEMPRESAS francesas, para descobrir todo o vasto panorama do setor. Prestando os serviços:

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=> Consultoria pontual ou continua;
=> Representação e/ou Interlocutor principal no exterior;
=> Condução de projeto;
=> Negociação para aquisição de produto, equipamento, licença ou patente;
=> Identificação e formação de parcerias comerciais;
=> Identificação e formação de parcerias para pesquisa e desenvolvimento..

1. Apresentação do setor


As ecoatividades “produzem bens e serviços capazes de medir, prevenir, limitar ou corrigir os impactos ambientais como a poluição da agua, do ar, do solo, bem como os problemas ligados aos desperdícios, ao barulho e aos ecossistemas”.

Estas utilizam um conjunto de “saber-fazer” e técnicas para medir ou reduzir o impacto no ambiente de uma atividade, um método ou um produto. Estas tecnologias podem cobrir: => um carácter genérico (tecnologias à aplicações múltiplas, e em especial no domínio do ambiente); as tecnologias sóbrias e limpas são, neste sentido, conhecidas como tecnologias do ambiente (TDE);
=> ou um carácter mais específico (aplicações essencialmente no domínio do ambiente).Podem igualmente tomar a forma, mais complexa, de “saber-fazer” e prestações intelectuais associados às técnicas industriais.

Estas ecoactividades podem ser exercidas por administrações públicas, municipios, sindicatos ou empresas privadas que pode-se então se qualificar de “ecoempresas”.

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2. Numeros

A tomada de consciência da “não-durabilidade” do nosso modo de desenvolvimento leva os países a adotar políticas ambientais cada vez mais vinculativas, políticas que se traduzem inevitavelmente em novos mercados para as ecoempresas. Na França, existe uma grande tradição de delegação de serviço público que é do desenvolvimento de numerosas ecoempresas. O “saber-fazer” francês, que se apoia em uma história rica de inovações, exporta-se aos quatro cantos do mundo, tanto sob forma de serviços ou engenharia como de equipamentos e produtos.O cruzamento dos diferentes dados disponíveis sobre as ecoempresas francesas conduz à extrapolação seguinte:

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números de empresas : mais de 7.000 empresas com no mínimo 162.000 pessoas;
volume de de negócios : mais de 28.000 milhões de euros, representando cerca de 1% da produção nacional;
distribuição do volume de de negócios :
1. Setor da água: ligeiramente menos da metade do mercado
2. Setor dos desperdícios: cerca de 6.000 milhões de euros
3. Setor da recuperação: cerca de 7.600 milhões de euros

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3. Principais características

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Um leque extremamente largo de ecoempresas.

Este sector agrupa empresas extremamente diversas que pode-se classificar em função:

- do domínio de atividade: gestão dos desperdícios, gestão das águas residuais, luta contra a poluição do ar, luta contra o barulho, descontaminação dos solos e dos sítios e equilíbrio dos ecossistemas.

- do tipo de prestação: serviço de gestão das poluições (limitação, medida e correção), estudos, engenharia e conselho, de concepção e fabricação de produtos e de equipamentos industriais, de instalação de equipamentos, prestações de investigação…

- do tipo de clientela: as autarquias locais ou outros intervenientes públicos como prestadores ou responsáveis de atividades de proteção do ambiente, outras ecoempresas situadas mais à jusante na cadeia de produção do mesmo serviço ambiental, os produtores de atividade econômica geral, os consumidores individuais.- da dimensão das empresas: microempresas, PME - PME, sucursais de grupos…

- do perfil das empresas: as esperanças (start-up de nicho de mercado), os reciclados (actividade principal exercida num setor de atividade tradicional e diversificação parcial no setor do ambiente), os tradicionais (jà presentes à muito tempo no setor) e as pessoas de hierarquia superior (engenharia de equipamentos reconhecidos no setor e com notoriedade mundial).

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Um setor muito dependente das políticas públicas

Este forte impacto da regulamentação exerce-se tanto sobre a oferta que sobre a procura, e toca o conjunto das empresas, das mais potentes e mais antigas do sector, bem como as que posicionam-se recentemente sobre este segmento de actividade. Traduz-se, frequentemente a nível europeu, em obrigações novas que se impõem às autarquias locais e as empresas.

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Um “saber-fazer” reconhecido internacionalmente

As ecoempresas francesas ocupam globalmente um lugar muito honroso no nivél international (4a posição mundial) e os meios que elas mobilizam nos mercados externos jà aparecem e séao consequentes (cerca de 30% do seu potencial total, se tem-se em conta ao mesmo tempo das exportações e a produção fora da França).

Este bom desempenho do conjunto caracteriza-se:
- ao nível geográfico: A União Européia corresponde mais da metade dos mercados actuais da oferta francesa,
- ao nível do tipo de prestação: liderança em matéria de prestações de exploração de certos serviços (água, résiduos, etc).

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Uma pesquisa forte e repartida em numerosos atores

- atores públicos ou parapúblicos fortes, estabelecidos há muito tempo, conduzindo programas importantes de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), como: Oficio de Pesquisa Geológica e de Minas, Instituto de Pesquisa para Engenharia Agronomica e Ambiental, Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronómica para o Desenvolvimento, Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento, Instituto Nacional da Pesquisa Agronómica, Instituto Francês de Pesquisa para a Exploração do Mar, Laboratório Central das Pontes e Rodovias, Centro Nacional da Pesquisa Científica, Comissariados à Energia Atómica, Companias Eletricidade de France e Gaz de France;

- centros de Pesquisa ligados ao CNRS, a Universidade ou Escolas de Engenharia, bastante numerosos e frequentemente muito especializados;

- centros técnicos industriais que têm desenvolvido competências nas problemáticas ambientais das suas fileiras (Centro Técnico do Papel, Centro Científico e Técnico da Construção, …);

- uma componente da pesquisa industrial forte, com a presença de grandes grupos (Veolia Ambiente, Suez ambiente) líderes do contrato internacional dos serviços ambientais, conduzindo com os seus tecnologias programas de P&D cujo volume é consequente;

- um conjunto de pequenas empresas de serviços (engenharia, consultoria), de pequenas e médias indústrias e start-up (às vezes enxameações de laboratórios públicos que desenvolvem tecnologias inovadoras);

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O desenvolvimento progressivo de pólos territoriais

Também, a fim de paliar a diversidade e a heterogeneidade das empresas, as estratégias locais ou regionais de desenvolvimento de redes territoriais das empresas, do setor de industrias do meio-ambiente, apareceram nos anos 1990. Estas estratégias de conexão em rede favoreceram o desenvolvimento do “saber-fazer” francês ao nivél internacional e a emergência de novas tecnologias. Conta-se já na França uma dezena de pólos locais ou regionais.

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Uma dinâmica de desenvolvimento: os pólos de competitividade

Sobre um território identificado e sobre uma temática tecnológica dada, os pólos de competitividade favorecem as trocas e as transferências cruzadas de inovação entre empresas de todas as dimensões, centros de pesquisa públicos e privados e organismos de formação de todos os níveis.

De origem curativa, a oferta francesa das ecoempresas diversifica-se para ser igualmente “preventivo” e de intervir cada vez mais na cabeçeira dos métodos industriais. É caracterizada pela diversidade, pela disponibilidade e pela qualidade das competências científicas, técnicas e industriais.

A natureza e as futuras gerações agradecem!