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Archive de la catégorie * telecomunicações

53 - Energia foto voltaica


 
Apresentação da tecnologia
 
Areas de aplicação telecomunicações construção energia
 
Descrição A tecnologia photovoltaica permite a transformação direta da energia solar em eletricidade. Um sistema photovoltaica compreende as células photovoltaicas como tais associadas em módulos e painéis, uma bateria que armazena a eletricidade gerada, um regulador que gere esta bateria e ondulateur. No que respeita às células, três grandes fileiras devem distinguir-se: a fileira ao silício monocristalin, a fileira ao silício policristalino e a fileira à camadas finas (silício amorfo hidrogenado, séléniure de cobre índio,…). As fileiras ao silício cristalino continuam a ser as principais, do ponto de vista da utilização no mundo; as optimizações do método de fabrico continuam a ser necessárias, como o acesso à novas fontes de silício, para além das da indústria eletrônica. A mais longo prazo, a fileira “camadas finas” abre perspetivas de utilizações novas. De um ponto de vista “sistemas”, o desenvolvimento de dispositivos que podem substituir-se à elementos funcionais da construção (fachadas, telhados, pare-soleil,…) está igualmente uma oportunidade.
 
Disciplinas relacionadas eletrônica materiais física do sólido
 
Tipos de impacto
 
Desafios economicos e regulamentares O contexto francês evoluiu desde a deliberação de 13 de Março de 2002 que fixa as condições de compra da eletricidade de origem photovoltaica até o 13 de Março de 2022 à 15,25 cEuro/kWh na França continental e 30,5 em Córsega e DOM. O ADEME acompanha esta medida concedendo ajudas ao investimento em parceria com os conselhos regionais. Estas medidas continuam a ser demasiado tímidas para os profissionais da fileira. Este problema de custo é importante: aparece com efeito que o principal travão à utilização da eletricidade photovoltaica, em especial para os sistemas conetados à rede, é o custo atualizado do kWh produzido. A sua evolução passará pela evolução do mercado e as tecnologias.
 

65 - Pilhas à combustível


 
Apresentação da tecnologia
 
Areas de aplicação eletrônica portátil transportes construção energia indústria
 
Descrição Uma pilha à combustível (PAC) é um gerador de corrente elétrico que funciona com base em reações eletroquímicas entre o hidroengenharia e o oxiengenharia, e produz continuamente a energia elétrica e do calor, sem emissão de poluentes, nem de gases à efeito de estufa aquando da sua utilização. Dois tipos de PAC (sobre os seis existentes) são particularmente prometedores: os PEMFC (pilhas à membranas échangeuses de protões) e os SOFC (pilhas à óxido sólido). As primeiras pilhas montadas na França, de uma potência de 0,5 para 5 KWe apareceram em 2003 (aplicações estacionárias). Uma rede de investigação e de inovação tecnológica (a rede PACo) foi instaurada em 1999 para desenvolver e promover esta tecnologia. Desde, algumas empresas dedicadas à pilha foram criadas. Os projetos de I&D em curso visam, os em três Areas de aplicação (portáteis, estacionários, transportes), exceder os ferrolhos tecnológicos e reduzir os custos de fabrico que não permitem ainda aplicações em série.
 
Disciplinas relacionadas termodinâmica materiais eletroquímica
 
Tipos de impacto O método, autónomo, descentralizado, silencioso e não que polui, responde às exigências de desenvolvimento sustentável: diversificação energética, ausência de emissão de poluentes e gases à efeito de estufa aquando da sua utilização. Mas o seu desempenho global (energético e ambiental) depende da fileira de produção e transformação do combustível utilizado.
 
Desafios economicos e regulamentares A PAC é uma tecnologia de futuro mas a sua viabilidade econômica, principalmente para o automóvel, ainda é condicionada pelo levantamento dos ferrolhos tecnológicos e pela problemática hidroengenharia (produção/armazenamento/distribuição, segurança/regulamento).
 

111 - Sistemas de Informação Geográfica


Apresentação da tecnologia
 
Areas de aplicação Todas as areas
 
Descrição Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) são sistemas informáticos que permitem tratar dos dados geográficos. Estes sistemas, que se apoiam principalmente sobre o estabelecimento de bases de dados, são utilizados numerosos em setores de atividades, e principalmente no domínio do ambiente: vigilância das redes de água, modelização do escoamento das poluições, gestão da recolha dos desperdícios, energia eólica é exemplos de tecnologias do ambiente pelas quais o SIG é empregado. No domínio do ambiente, a utilização do SIG visa a caraterização dos dados, à investigação das causas, a simulação dos fenômenos complexos à escala local ou regional, a ajuda à decisão,… Neste domínio tecnológico, os desenvolvimentos referem-se ao desenvolvimento sistemas específicos ao ambiente ou a utilização de SIG mais não especialistas para aplicações ambientais. Desenvolvimentos podem igualmente tocar o acoplamento do SIG à sistemas de medida contínuos.
 
Disciplinas relacionadas geografia informática
 
Tipos de impacto
 
Desafios economicos e regulamentares Os cidadãos e os consumidores estão cada vez mais atentos à este problema, o melhor é antecipar às mudanças legislativas punitivas que estão por vir.
 

113 – Ecogestão


Apresentação da tecnologia
 
Areas de aplicação Todas as areas
 
Descrição A ecogestão designa os métodos de gestão e de organização da empresa, visando ter em conta de maneira sistemática o impacto das atividades da empresa no ambiente, avaliar este impacto e reduzi-lo. Uma diligência de ecogestão pode ser empurrada à diferentes fases, até ao reconhecimento eventual de um sistema de gestão ambiental (S.M.E.). Numerosos instrumentos existem, como o Plano Ambiente Empresa. Nos casos mais formalizados, um S.M.E. é instaurado, e podido de fazer o objeto de um reconhecimento por um terço, através da certificação de acordo com a norma ISO 14000 ou um registo seguinte o Ecoaudit (EMAS).
 
Disciplinas relacionadas modelização ecologia termodinâmica
 
Tipos de impacto Todos os Tipos de impactos são referidos.
 
Desafios economicos e regulamentares Dois referenciais que descrevem as exigências aplicáveis aos S.M.E. existem: as normas ISO 14000 e o regulamento comunitário EMAS (Environmental Managemento and Audit System) igualmente designado Ecoaudit. As empresas que se lançam na ecogestão esperam lucros muito diversos, entre os quais um possível regresso sobre investimento através de uma melhor economia dos consumos e as rejeições/desperdícios e uma melhoria da imagem da empresa.