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Archive de la catégorie * indústria

1 - Tecnologias sem solventes orgânicos


Apresentação da tecnologia
Areas de aplicação Construção indústria
Descrição O desenvolvimento de tecnologias sem solvente refere-se à numerosos setores: pinturas, vernizes e lacas; tipografia; desengorduramento e limpeza das superfícies metálicas e instrumentos de precisão; limpeza dos componentes eletrônicos; décapagem; adesivos e fabricação de objetos em estratificado;… No domínio da limpeza, as tecnologias em causa utilizam o CO2 supercritico, a projeção de meios de comunicação social secos ou as técnicas plasma, por ultra-sons ou lasers os domínios das pinturas, em tintas e vernizes, os esforços levam-se sobre o desenvolvimento das tecnologias das pós ou das formulações aquosas as tecnologias sem solvente referem-se igualmente a outros métodos industriais, por exemplo extração pelos líquidos supercriticos.
Disciplinas relacionadas física materiais química      
Tipos de impacto As tecnologias sem solvente orgânico permitem evitar os riscos tóxicos e a emissão de compostos orgânicos volátéis e de poeira. Permitem também, para algumas, um fraco consumo de agua. No que diz respeito aos aspectos materiais, estas tecnologias permitem além disso uma melhor proteção contra a oxidação e a corrosão.
Desafios economicos e regulamentares A legislação internacional (protocolo de Montreal de 1987) e a regulamentação europeia proibiram ou limitaram o uso de certos solventes devido às suas caraterísticas poluentes. As tecnologias sem solvente permitem um lucro de tempos de limpeza e a redução das despesas de funcionamento (não reprocessamento das efluências poluentes), e constituem uma alternativa economicamente interessante aos solventes.

                   

2 - Novos líquidos frigorigênicos



Apresentação da tecnologia
Areas de aplicação agro-alimentar distribuição construção transportes indústria
Descrição A produção de frio é necessária para a elaboração e conservação de certos produtos, principalmente alimentares, farmacêuticos, químicos… Os líquidos frigorigênicos são substâncias utilizadas numa instalação frigorífica em vista da absorção do calor como meio para resfriar criando assim um um ciclo de termodinâmica. Após a substituição dos CFC seguidamente HCFC pelos HFC, estes poderiam bem-estar substituídos por outros líquidos frigorigênicos ditos “naturais” como os hidrocarbonetos, o CO2 ou ainda o amoniaco. Estes possuem sobretudo propriedades específicas que, pelo momento, travam o seu desenvolvimento: os hidrocarbonetos são inflamáveis, o amoniaco é tóxico e o CO2 deve ser comprimido à uma pressão muito elevada.
Disciplinas relacionadas química termodinâmica      
Tipos de impacto Por razões ligadas ao meio-ambiente, a técnica frigorífica, que parecia estabelecida sobre bases imutáveis, foi reposta profundamente em causa no início dos anos 1990, das mudanças então impôs-se na concepção e a gestão dos equipamentos. A substituição dos CFC e HCFC pelos HFC permitiu reduzir o impacto sobre o efeito estufa por um fator 7. no entanto, os HFC permanecem gases à efeito estufa. Os novos líquidos ditos naturais desenvolvidos atualmente poderiam representar soluções ainda menos nocivas para meio-ambiente.
Desafios economicos e regulamentares Em 1999 a quantidade total de líquidos frigorigênicos produzidos atingiu 40.000 toneladas, das quais perto da metade de HCFC. Permanecia cerca de 9.000 toneladas de CFC e era necessário toneladas já contar 7.200 de HFC. O amoniaco era avaliado à 3.200 toneladas. O setor da ‘industria é o que totalizava mais importante o tanque de líquidos frigorigênico em 1999. mas é um setor em decrescimento e o ar condicionado do automóvel deveria excedê-lo em 2012. O ar condicionado fixo conhece também um desenvolvimento importante. Os industriais do frio e do ar condicionado preconizam a continuação de l’utilisação dos HFC: levariam então a sua atenção sobre o confinamento e o acompanhamento das instalações (ficha 8). Os poderes públicos procuram contudo melhor regulamentar as emissões dos HFC e sobretudo promover a utilisação dos novos líquidos o mais depressa possível.

3 - Produtos para a prevenção das emissões



Apresentação da tecnologia
Areas de aplicação construção transportes indústria
Descrição Paralelamente as tecnologias utilizadas para o tratamento das emissões poluentes (fichas 6 à 12), soluções podem igualmente ser instauradas para reduzir estas emissões na fonte. É o objetivo prosseguido principalmente pelas tecnologias sem solventes (ficha 1) ou o emprego de novos líquidos frigorigênicos (ficha 2). No domínio da combustão, a redução das emissões pode ser obtida pela adição de aditivos aos combustíveis. A formação de NOx pode assim ser reduzida por adição de catalisadores de redução.
Disciplinas relacionadas termodinâmica química
Tipos de impacto A prevenção das emissões descansa frequentemente sobre a optimização simultânea de vários parâmetros: assim a utilização de um catalisador eficiente pode ser acoplada com um melhor contrôle das condições de combustão (quantidade de ar, temperatura, tempos de estada,…).
Desafios economicos e regulamentares Os cidadãos e os consumidores estão cada vez mais atentos à este problema, o melhor é antecipar às mudanças legislativas punitivas que estão por vir.

4 - Materiais de medida dos gases


Apresentação da tecnologia
Areas de aplicação urbanismo energia transportes tratamento dos résiduos indústria
Descrição As tecnologias de medida dos gases referem-se às medidas efetuadas na atmosfera e as medidas realizadas à emissão, perto das fontes de poluição. Os materiais utilizam captores baseados em tecnologias muito variadas: - captores infravermelhos; - captores à semicondutores; - captores catalíticos; - captores à condutividade térmica (catarometros); - captores eletroquímicos; - captores paramagnéticos; - captores à eletrólito sólido. A medida da concentração de odor é realizada por narizes (humanos); contudo, estas medidas necessitam a utilização olfatometros. Para o acompanhamento destas poluições, trabalhos de investigação e testes estão em curso no domínio dos narizes eletrônicos. As medidas da poluição atmosférica intervêm cada vez mais continuamente, para os teores da atmosfera de óxidos de carbono, de enxofre, de azoto (técnicas baseadas nas propriedades oticas dos gases: absorção o visível, UV ou IR por espectrómetros interférenciais à modulação seletiva), os teores em COV (Compostos Orgânicos Volátéis) (benzeno por cromatografia sobretudo), em ozónio, etc.… Em meio industrial, as medidas à emissão referem-se igualmente os COV, procedentes por exemplo de solventes, as dioxinas, etc.… As investigações na atmosfera levam sobre a identificação, a compreensão e a modelização (análise de toxicidade, avaliação do risco, etc.) dos diferentes parâmetros de contrôle relevantes; levam igualmente por medida fluxos (avaliação total de uma poluição no ambiente). Para a determinação da poluição atmosférica, medidas da radioatividade são instauradas igualmente (ficha 94). A medida desta poluição faz-se além disso via redes de vigilância da qualidade do ar (ficha 105). Paralelamente aos aparelhos de medida dos gases, instrumentos informáticos de modelização das poluições do ar são desenvolvidos (ficha 103; ficha 104).
Disciplinas relacionadas química eletrônica otica
Tipos de impacto
“Cada tecnologia de captores que recorrem uma ou várias disciplinas científicas, estas são múltiplas. Os óxidos de azoto são, por exemplo, poluentes essenciais fortemente implicados nos problemas de poluição atmosférica: poluição fotoquímica, chuvas ácidas, efeito estufa, redução da camada de ozónio, impacto sanitário. Aplicar o regulamento supõe que carateriza-se, mede e controla corretamente os gases poluentes. Estas medidas são ainda mais mais necessárias que a poluição atmosférica pode por sua vez provocar outros impactos: assim, as dioxinas que podem ser emitidas em certas efluências gasosas reencontram-se nos solos e nos vegetais. “
Desafios economicos e regulamentares Várias diretivas européias referem-se aos problemas de poluição atmosférica. Certa Diretiva define em especial e claramente um contexto regulamentar e econômico para as tecnologias de prevenção, de tratamento mas igualmente medida das emissões gasosas. Refere-se aos tetos nacionais de emissão a respeitar em 2010 para o SO2, o NOx, NH3 e os COV: ao prazo, a França deverá emitir menos de 1050 kt/an de COV, o que representa uma baixa de 37% em relação ao número do ano 2000; para o NOx, o teto nacional é fixado à 810 kt/an, o que representaria, de acordo com o ADEME, uma redução de 50% em relação situação à atual. Para o amoníaco e o dióxido de enxofre, os tetos franceses para 2010 são fixados respetivamente à 780 kt/an e 375 kt/an. FROST & SUlIVAN considera que o mercado europeu (UE + Suíça e Noruega) dos captores de gases industriais deveria atingir 221 milhões de dólares em 2004. Isto poderia representar um mercado francês vizinho de 30 MEuro. O conjunto do mercado da medida dos poluentes gasosos, à emissão e DAS a atmosfera, poderia atingir à esta data 170 Meuro.