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93 - Tecnologias de enterro dos résiduos



 
Apresentação da tecnologia
 
Areas de aplicação tratamento dos résiduos
 
Descrição O enterro superficial, designao por enterro técnico, é constituído pela aposta em quitação de acordo com modalidades cada vez mais rigorosas. Isto provoca igualmente uma evolução das técnicas: melhor proteção das coberturas aquíferas étanchéisação e drenagem os fundos dos locais, melhor tratamento das lixívias, cobertura estanque, de manutenção e acompanhamento a longo prazo das quitações após encerramento,… As tecnologias a levarem a efeito são para muito apresentadas em outras fichas desta base: - tecidos géosintéticos (ficha 42); - técnicas de análise da poluição dos solos (ficha 44); - estações de tratamento das lixívias (ficha 77); - equipamentos para captagem do biogás (ficha 81); - estabilização dos résiduos finais (ficha 92). A aposta em quitação deverá cada vez mais continuar a ser limitada aos resíduos finais de toxicidade relativamente fraca e pouco hydrosolubles. Paralelamente, a evolução das tecnologias de valorização matéria ou de energética deveria afastar da quitação quantiés importantes de résiduos que mais não serão considerado como “finais” em alguns anos (um résiduo final definido principalmente pela ausência de método de susceptíveis de tratá-lo em condições técnicas e econômicas aceitáveis). O enterro profundo refere-se aos résiduos finais mais tóxicos que necessitam a ser escondidos em camadas geológicos profundos. Neste caso, as principais soluções são: os poços de injeção, as minas de sal, os balanços (abate ao explosivo, mecânica) e as argilas profundas. As tecnologias a levarem a efeito referem-se principalmente ao estudo e o acompanhamento dos locais de armazenamento.
 
Disciplinas relacionadas engenharia civil hydrogéologie géologie
 
Tipos de impacto As tecnologias desenvolvidas visam limitar os impactos em matéria de poluição dos solos e a água, mas igualmente os danos olfatives.
 
Desafios economicos e regulamentares Desde 1 Julho de 2002, a lei impõe não pôr em quitação único os résiduos dizer finais. Na prática, a definição regulamentar de um résiduo final permite ainda o enterro de résiduos que tem sofrido pouco ou não de tratamento. Mas as tonelagens postas em quitação deveriam contudo reduzir-se significativamente nos próximos anos.
 

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